Timo: a chave da energia vitalNo meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.
Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos. Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas. Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fóra e para dentro.
Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente.
Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.
Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes. Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas. O teste do pensamentoUm teste simples pode demonstrar essa conexão.
Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abrí-los enquanto você pensa " estou feliz".
Depois repita pensando " estou infeliz".
A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...) Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas. Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado. As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas. O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..." Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração. O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano. "Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?".
Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade. Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o rítimo assim: uma forte e duas fracas.
Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço. Ótimo, ìntimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo. Da jornalista e pesquisadora Sonia Hirsch
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
domingo, 2 de setembro de 2007
Qual a diferença entre yoga e alongamento?
As posturas de yoga muitas vezes podem parecer uma aula de alongamento. No entanto, durante a prática de alongamento em muitas aulas, a mente pode vagar por outras paragens como as compras do mercado, algum tipo de relatório ou qualquer outra coisa. Na yoga, as posturas foram planejadas para trabalhar tanto respiração, flexibilidade, glândulas, concentração no corpo e ativar os canais de energia, que possibilitam a prevenção e a manutenção da saúde.
Digamos que uma pessoa sofra de algum mal muito grande, algo que a incomode como dores de cabeça extremamente fortes. Essa pessoa decide fazer yoga como um recurso para ajudar a manter-se em equilíbrio e, aos poucos, as dores de cabeça começam a sumir. Será que é apenas um efeito de bem-estar devido a respiração? Ou uma irrigação sanguinea constante do cérebro? Bem provável que o corpo reaja bem, pois, estamos alimentando-o com ar, algo imprescindível para a sobrevivência da maioria dos seres no planeta. A irrigação sanguinea também pode ajudar no caso de algumas dores de cabeça. Mas, vejamos o que acontece do ponto de vista da yoga.
Quando o corpo manifesta algum tipo de dor ou desconforto é porque passamos há muito do limite aceitado por ele. A dor é um sinal de alerta de que estressamos nosso organismo seja porque não ingerimos ar corretamente ou porque pequenas coisas (o que chamo de estímulos externos como uma luz acesa, algum som que toca ao longe mas que conseguimos ignorar) estão ao nosso redor, estimulando constantemente. O advento da luminosidade artificial fez com que mudássemos nossos hábitos noturnos. Animais ficam perdidos em algumas partes do mundo devido ao excesso de luz de postes. Portanto, não podemos ignorar que em algum lugar de nós essa parte instintiva ainda faz parte do nosso ser. Então, em algum momento, desencadeamos um circuito de auto-proteção, o corpo diz que não pode mais ficar dentro daquele ambiente e gera algum tipo de desconforto para dar o primeiro alerta, causando assim, nesse caso, a dor de cabeça. A nossa tendência é que, não podendo descansar em hipótese alguma porque temos que continuar em nossos trabalhos, é calar o sinal de alerta do corpo, ignorando-o com remédios.
Parte do trabalho da yoga é trazer à tona a consciência de que a dor é amiga, é o aviso de que precisamos de uma pausa. As posturas da yoga existem justamente para propiciar essa pausa seja por meio de pranayamas (exercícios de respiração) ou na permanência das posturas. Peguemos, então, uma postura que, a princípio é executada como alongamento para estirar as pernas antes de uma aula de ginástica, a paschimontanasana (postura da pinça), que consiste em manter as pernas retas no chão, dobrar a coluna em direção ao joelho e levar as mãos à frente. Claro que é um alongamento, mas, vai muito além porque estimula a liberação de hormônios no organismo e à medida que respiramos a postura acalma os nervos, trabalhando fígado, rins, ovários e úteros. Nesse caso, volta-se a atenção para o segundo chakra (ou centro de energia), que lida com as questões sexuais.
A atenção focada durante a prática de uma postura faz com que possamos perceber nosso corpo como um sistema completo e inteiro e não apenas com gestos mecânicos e repetitivos para os quais não damos a menor atenção. O simples alongamento corporal sem a atenção ou cuidado não provoca nenhuma resposta do sistema glandular ou do sistema energético que temos à nossa volta. Assim como na paschimontanasana, todas as posturas visam não só um trabalho físico para cuidar da circução do sangue e dos hormônios, mas, também um bem-estar físico e energético e, embora, algumas práticas possam ser mais vigorosas que outras, lembre-se que quando se faz yoga, é algo muito além do simples exercício físico ou alongamento.
NAMASTE,
Georgiana Calimeris
Digamos que uma pessoa sofra de algum mal muito grande, algo que a incomode como dores de cabeça extremamente fortes. Essa pessoa decide fazer yoga como um recurso para ajudar a manter-se em equilíbrio e, aos poucos, as dores de cabeça começam a sumir. Será que é apenas um efeito de bem-estar devido a respiração? Ou uma irrigação sanguinea constante do cérebro? Bem provável que o corpo reaja bem, pois, estamos alimentando-o com ar, algo imprescindível para a sobrevivência da maioria dos seres no planeta. A irrigação sanguinea também pode ajudar no caso de algumas dores de cabeça. Mas, vejamos o que acontece do ponto de vista da yoga.
Quando o corpo manifesta algum tipo de dor ou desconforto é porque passamos há muito do limite aceitado por ele. A dor é um sinal de alerta de que estressamos nosso organismo seja porque não ingerimos ar corretamente ou porque pequenas coisas (o que chamo de estímulos externos como uma luz acesa, algum som que toca ao longe mas que conseguimos ignorar) estão ao nosso redor, estimulando constantemente. O advento da luminosidade artificial fez com que mudássemos nossos hábitos noturnos. Animais ficam perdidos em algumas partes do mundo devido ao excesso de luz de postes. Portanto, não podemos ignorar que em algum lugar de nós essa parte instintiva ainda faz parte do nosso ser. Então, em algum momento, desencadeamos um circuito de auto-proteção, o corpo diz que não pode mais ficar dentro daquele ambiente e gera algum tipo de desconforto para dar o primeiro alerta, causando assim, nesse caso, a dor de cabeça. A nossa tendência é que, não podendo descansar em hipótese alguma porque temos que continuar em nossos trabalhos, é calar o sinal de alerta do corpo, ignorando-o com remédios.
Parte do trabalho da yoga é trazer à tona a consciência de que a dor é amiga, é o aviso de que precisamos de uma pausa. As posturas da yoga existem justamente para propiciar essa pausa seja por meio de pranayamas (exercícios de respiração) ou na permanência das posturas. Peguemos, então, uma postura que, a princípio é executada como alongamento para estirar as pernas antes de uma aula de ginástica, a paschimontanasana (postura da pinça), que consiste em manter as pernas retas no chão, dobrar a coluna em direção ao joelho e levar as mãos à frente. Claro que é um alongamento, mas, vai muito além porque estimula a liberação de hormônios no organismo e à medida que respiramos a postura acalma os nervos, trabalhando fígado, rins, ovários e úteros. Nesse caso, volta-se a atenção para o segundo chakra (ou centro de energia), que lida com as questões sexuais.
A atenção focada durante a prática de uma postura faz com que possamos perceber nosso corpo como um sistema completo e inteiro e não apenas com gestos mecânicos e repetitivos para os quais não damos a menor atenção. O simples alongamento corporal sem a atenção ou cuidado não provoca nenhuma resposta do sistema glandular ou do sistema energético que temos à nossa volta. Assim como na paschimontanasana, todas as posturas visam não só um trabalho físico para cuidar da circução do sangue e dos hormônios, mas, também um bem-estar físico e energético e, embora, algumas práticas possam ser mais vigorosas que outras, lembre-se que quando se faz yoga, é algo muito além do simples exercício físico ou alongamento.
NAMASTE,
Georgiana Calimeris
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Respirar é viver!
Essa é a quantidade de ar que respiramos quando estamos em boa saúde 29/06/2007
Por Por Nicole Witek*É difícil imaginar que você que está lendo essa matéria consiga inspirar esse volume de ar. Como entraria todo esse ar nesses pulmões encolhidos pela suas costas abandonadas, sem tônus, caindo para frente? Onde está o espaço para deixar entrar livremente esses cinco litros de ar? Essa postura, evidentemente, não está favorecendo uma boa respiração. A vida moderna tem um efeito estressante que acelera o ritmo e torna superficial a nossa respiração, abalando o delicado e preciso equilíbrio de nossa saúde. Vivemos a maioria dos eventos do dia "por cima", voando, correndo, passando de uma emoção a outra, em alta velocidade. O que o seu pobre corpo hipo-ventilado faz com o raro ar que você respira? Você sabe? O cérebro usa 20 por cento desse ar respirado... e o restante fica avaramente distribuído entre todos os órgãos vitais. Já imaginaram que nossa respiração é o resultado da respiração de 70 000 bilhões de indivíduos que moram em nosso corpo? Pequenos indivíduos com certeza, mas todos usando o oxigênio como combustível. Nossas células! As emoções repetitivas às quais estamos submetidos têm um efeito imediato sobre nossa amplitude respiratória, o que tem como conseqüência a falta de oxigênio para os nossos 70 000 bilhões de habitantes do planeta "Eu". É como se nós, na nossa inconsciência, estivéssemos asfixiando uma população inteira... um verdadeiro holocausto! A vida dos tempos antigos era menos estressante? Não sei. O estresse era diferente, mas já existia. A ciência do yoga, que foi elaborada há milênios, já dominou técnicas cuja finalidade passa pelo uso da função respiratória da melhor forma possível. Sabemos hoje que nossas células, "pequenas vidas" segundo o vocabulário dos sábios, pedem ar. Nossas células são famintas de oxigênio, que quando em quantia suficiente no corpo e abastece devidamente nossas células, traz uma sensação de bem estar e alegria. E ainda mais... Sabemos hoje que vários elementos entram na composição química do ar que respiramos: 78% de nitrogênio, 1% de dióxido de carbono e gases raros e o restante: 21% de oxigênio. Aqui está a composição química. Mas no que diz respeito à composição física: segundo as descobertas mais recentes a cada inspiração entram: partículas elétricas polarizadas – íons positivos e, principalmente, íons negativos que favorecem os intercâmbios entre as células. A sensação de bem estar depende muito do número de íons negativos por cm3. Para se ter uma idéia: na beira do mar cada cm3 contém em média 50.000 íons negativos e em casa 10 íons negativos por cm3. Os raios de trovão – 5 milhões caindo por dia no planeta - aumentam a concentração de íons negativos, o que leva muitas pessoas a se sentirem mal antes de uma tempestade e muito bem após. Assim que passa a tempestade (quanto mais trovão melhor), o ar fica ionizado negativamente, provocando uma sensação de alívio e leveza... enfim sentimos a sensação gostosa de voltar a respirar... A atmosfera também é um campo elétrico. A terra é uma esfera eletrificada cujo potencial varia tremendamente segundo a altitude. Pode variar de um até 100 volts a cada 1m. Enfim, existem várias fontes de ionização da atmosfera: radiações telúricas, radiações eletromagnéticas provenientes do sol e raios cósmicos. Existe no nosso corpo um verdadeiro metabolismo da eletricidade extraída desta atmosfera. A assimilação de íons negativos é muito importante para elevar nossa atividade ao melhor rendimento. O que vamos descobrir no futuro sobre a composição física do ar, na verdade não importa muito para os yogis. Eles já sabem e afirmam desde milênios que o ar que se respira não é ar, e não se deve respirar. Segundo os yogis, o que preenche o universo é o vácuo. Esse vácuo é repleto de prana, força vital da qual depende nossa existência, que não se "respira"... e sim, se "capta". Quanto mais conscientes deste processo, mais captamos, proporcionando melhor conforto de vida e maior bem estar. O ser humano se localiza entre a atmosfera e a terra, duas fontes de energias cósmicas e telúricas que lhe abastecem. E imprescindível não se isolar delas, mas pelo contrario usufruí-las. É gratuito! Os pulmões e a pele são nossos órgãos principais de intercâmbio, esponjas totais de eletricidade. Temos a obrigação de favorecer esse metabolismo para nossas células. É bom lembrar que todo dia, recebemos um caminhão pipa, não só de ar extraído da atmosfera, mas também de grande carga de prana... Maravilhoso, quase mágico! Não é? Diariamente, transitam pelas nossas vias respiratórias 14 000 litros de ar... Quase um caminhão pipa! Precisamos estar abastecidos em oxigênio e em prâna ou força vital.
* Nicole Witek é membro da Associação Internacional de Professores de Yoga coreana, francesa e brasileira e formada em yoga dinâmica: asthanga, yoga pré e pós natal. Tem formação em técnicas como Reiki, Shiatsu, Rapid Eye Movements Therapy e Hipnose Ericksoniana.
Por Por Nicole Witek*É difícil imaginar que você que está lendo essa matéria consiga inspirar esse volume de ar. Como entraria todo esse ar nesses pulmões encolhidos pela suas costas abandonadas, sem tônus, caindo para frente? Onde está o espaço para deixar entrar livremente esses cinco litros de ar? Essa postura, evidentemente, não está favorecendo uma boa respiração. A vida moderna tem um efeito estressante que acelera o ritmo e torna superficial a nossa respiração, abalando o delicado e preciso equilíbrio de nossa saúde. Vivemos a maioria dos eventos do dia "por cima", voando, correndo, passando de uma emoção a outra, em alta velocidade. O que o seu pobre corpo hipo-ventilado faz com o raro ar que você respira? Você sabe? O cérebro usa 20 por cento desse ar respirado... e o restante fica avaramente distribuído entre todos os órgãos vitais. Já imaginaram que nossa respiração é o resultado da respiração de 70 000 bilhões de indivíduos que moram em nosso corpo? Pequenos indivíduos com certeza, mas todos usando o oxigênio como combustível. Nossas células! As emoções repetitivas às quais estamos submetidos têm um efeito imediato sobre nossa amplitude respiratória, o que tem como conseqüência a falta de oxigênio para os nossos 70 000 bilhões de habitantes do planeta "Eu". É como se nós, na nossa inconsciência, estivéssemos asfixiando uma população inteira... um verdadeiro holocausto! A vida dos tempos antigos era menos estressante? Não sei. O estresse era diferente, mas já existia. A ciência do yoga, que foi elaborada há milênios, já dominou técnicas cuja finalidade passa pelo uso da função respiratória da melhor forma possível. Sabemos hoje que nossas células, "pequenas vidas" segundo o vocabulário dos sábios, pedem ar. Nossas células são famintas de oxigênio, que quando em quantia suficiente no corpo e abastece devidamente nossas células, traz uma sensação de bem estar e alegria. E ainda mais... Sabemos hoje que vários elementos entram na composição química do ar que respiramos: 78% de nitrogênio, 1% de dióxido de carbono e gases raros e o restante: 21% de oxigênio. Aqui está a composição química. Mas no que diz respeito à composição física: segundo as descobertas mais recentes a cada inspiração entram: partículas elétricas polarizadas – íons positivos e, principalmente, íons negativos que favorecem os intercâmbios entre as células. A sensação de bem estar depende muito do número de íons negativos por cm3. Para se ter uma idéia: na beira do mar cada cm3 contém em média 50.000 íons negativos e em casa 10 íons negativos por cm3. Os raios de trovão – 5 milhões caindo por dia no planeta - aumentam a concentração de íons negativos, o que leva muitas pessoas a se sentirem mal antes de uma tempestade e muito bem após. Assim que passa a tempestade (quanto mais trovão melhor), o ar fica ionizado negativamente, provocando uma sensação de alívio e leveza... enfim sentimos a sensação gostosa de voltar a respirar... A atmosfera também é um campo elétrico. A terra é uma esfera eletrificada cujo potencial varia tremendamente segundo a altitude. Pode variar de um até 100 volts a cada 1m. Enfim, existem várias fontes de ionização da atmosfera: radiações telúricas, radiações eletromagnéticas provenientes do sol e raios cósmicos. Existe no nosso corpo um verdadeiro metabolismo da eletricidade extraída desta atmosfera. A assimilação de íons negativos é muito importante para elevar nossa atividade ao melhor rendimento. O que vamos descobrir no futuro sobre a composição física do ar, na verdade não importa muito para os yogis. Eles já sabem e afirmam desde milênios que o ar que se respira não é ar, e não se deve respirar. Segundo os yogis, o que preenche o universo é o vácuo. Esse vácuo é repleto de prana, força vital da qual depende nossa existência, que não se "respira"... e sim, se "capta". Quanto mais conscientes deste processo, mais captamos, proporcionando melhor conforto de vida e maior bem estar. O ser humano se localiza entre a atmosfera e a terra, duas fontes de energias cósmicas e telúricas que lhe abastecem. E imprescindível não se isolar delas, mas pelo contrario usufruí-las. É gratuito! Os pulmões e a pele são nossos órgãos principais de intercâmbio, esponjas totais de eletricidade. Temos a obrigação de favorecer esse metabolismo para nossas células. É bom lembrar que todo dia, recebemos um caminhão pipa, não só de ar extraído da atmosfera, mas também de grande carga de prana... Maravilhoso, quase mágico! Não é? Diariamente, transitam pelas nossas vias respiratórias 14 000 litros de ar... Quase um caminhão pipa! Precisamos estar abastecidos em oxigênio e em prâna ou força vital.
* Nicole Witek é membro da Associação Internacional de Professores de Yoga coreana, francesa e brasileira e formada em yoga dinâmica: asthanga, yoga pré e pós natal. Tem formação em técnicas como Reiki, Shiatsu, Rapid Eye Movements Therapy e Hipnose Ericksoniana.
Responsabilidade total
Dois anos atrás,escutei falar de um terapeuta no Havai que havia curado uma ala completa de pacientes insanos e criminais - sem ao menos ter visto nenhum deles.O psicólogo estudava o quadro do prisioneiro e então olhava para dentro de si mesmo para ver como ele havia criado a doença daquela pessoa. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava. Quando ouvi esta história pela primeira vez, pensei que fosse uma lenda urbana. Como alguém poderia curar outra pessoa curando-se a si mesmo? Como poderia até mesmo o melhor mestre em auto-desenvolvimento curar um criminoso insano? Não fazia o menor sentido. Não era lógico, então, esqueci a história. No entanto, voltei a ouvi-la um ano depois. Escutei que o terapeuta usara um processo havaiano de cura chamado ho 'oponopono. Nunca tinha ouvido falar disso, mas não conseguia deixar sair da minha mente. Se a história fosse realmente verdadeira, eu precisava saber mais. Eu sempre entendera "responsabilidade total" como o fato de que eu sou responsável pelo que penso e faço. Além disso, está fora das minhas mãos.Acho que a maioria das pessoas pensa em responsabilidade total dessa forma. Somos responsáveis pelo que fazemos, não pelo que outra pessoa faz - mas isso está errado. O terapeuta havaiano que curou aquelas pessoas mentalmente doentes me ensinaria uma nova e avançada perspectiva de responsabilidade total. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. Nós ficamos uma hora falando em nosso primeiro telefonema. Pedi a ele que me contasse a história completa do seu trabalho como terapeuta. Ele explicou que trabalhara no Hospital do Estado do Havai por quatro anos. A ala na qual ficavam os criminosos insanos era perigosa. Psicólogos pediam demissão numa média mensal. A equipe adoecia ou simplesmente se demitia. As pessoas caminhavam pela ala com as costas na parede, com medo de serem atacadas pelos pacientes. Não era um lugar agradável para viver, trabalhar ou visitar.
Dr. Len me contou que nunca viu pacientes. Ele concordou em ter um escritório e revisar seus arquivos. Enquanto olhasse esses arquivos, ele trabalharia em si mesmo. Na medida em que trabalhava em si mesmo, os pacientes começaram a se curar."Depois de alguns meses, pacientes que precisavam ser algemados estavam sendo permitidos a andar livremente", ele me disse."Outros que precisavam ser pesadamente medicados, estavam sendo liberados de suas medicações. E aqueles que não tinham nenhuma chance de serem liberados, estavam sendo soltos." Eu estava pasmo. "Não apenas isso", Dr. Len continuou, "mas também a equipe começou a gostar de vir trabalhar. Absenteismo e rotatividade desapareceram. Terminamos com mais pessoal do que precisávamos porque os pacientes estavam sendo liberados e toda a equipe estava vindo trabalhar. Hoje, essa ala está fechada". Aqui foi onde eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares: "O que você estava fazendo dentro de si mesmo que motivou essas pessoas a mudar?" "Eu estava simplesmente curando a parte de mim que os havia criado", ele disse. Eu não entendi. Dr. Len explicou que responsabilidade total por sua vida significa que tudo na sua vida -simplesmente porque está na sua vida - é sua responsabilidade. Literalmente, o mundo inteiro é sua criação. "Eu sei que isso é duro de engolir", ele disse. "Ser responsável pelo que eu digo ou faço é uma coisa. Ser responsável pelo que todos em minha vida dizem ou fazem é bem outra. No entanto, a verdade é esta: se você assume responsabilidade total por sua vida, então tudo o que você vê, ouve, prova,toca, ou qualquer outra experiência é sua responsabilidade porque está em sua vida. Isto significa que atividade terrorista, o presidente, a economia - ou qualquer coisa que você experiencia e não gosta - depende de você para ser curada. Nada disso existe, numa forma de dizer, exceto como projeções de dentro de você. O problema não está com eles, está com você e, para muda-los, você tem que mudar a si mesmo".
Esta idéia é difícil de ser entendida, simplesmente aceita ou realmente vivida. Culpar é de longe mais fácil do que responsabilidade total. Mas, enquanto falava com o Dr. Len, comecei a perceber que cura e ho 'oponopono significam amar a si mesmo. "Se você quer melhorar sua vida", ele me disse,"precisa curar sua vida. Se você quer curar alguém - mesmo um criminoso mentalmente doente - você faz isso curando a si mesmo". Então eu perguntei ao Dr. Len como ele curou a si mesmo. O que ele estava fazendo exatamente enquanto examinava os arquivos daqueles pacientes? "Eu apenas repetia, 'me desculpe' e 'eu amo você' muitas e muitas vezes" ele explicou. "Só isso?" "Só isso."Demonstra-se que amar a si mesmo é a melhor maneira de melhorar a si mesmo e, à medida em que você melhora, você melhora o mundo. Deixe-me dar um rápido exemplo de como isso funciona. Um dia alguém me enviou um e-mail que me chateou. No passado, eu teria lidado com isso trabalhando com meus quentes botões emocionais ou tentando racionalizar com a pessoa que mandou a mensagem desagradável. Dessa vez, decidi tentar o método do Dr. Len. Repeti silenciosamente "me desculpe" e "eu te amo". Não contei sobre isso a ninguém em particular. Simplesmente invoquei o espírito do amor para curar dentro de mim o que estava criando a circunstância externa. Dentro de uma hora recebi outro e-mail da mesma pessoa. Pedia desculpas pela mensagem anterior. Note que eu não tomei nenhuma atitude externa para receber esse pedido de desculpas. Nem mesmo escrevi de volta. No entanto, dizendo "me desculpe" e "eu te amo" eu de alguma forma curei em mim o que estava criando sua atitude. Tempos depois participei de um workshop de ho 'oponopono conduzido pelo Dr. Len. Ele agora tem 70 anos e é considerado um xamã avô, e está de alguma forma em reclusão.
Ele prefaciou meu livro "Fator de Atração" e me contou que, à medida em que eu melhorar, as vibrações do meu livro vão subir e todos vão sentir quando o lerem. E, na medida em que eu melhorar, meus leitores vão melhorar. "O que acontece com os livros que já foram vendidos e estão lá fora?", perguntei. "Eles não estão lá fora", ele explicou, mais uma vez assoprando em minha mente sua sabedoria metafísica. "Eles ainda estão em você". Na prática, não existe lá fora. Precisaria um livro inteiro para explicar isso com a profundidade que merece. Suficiente é dizer que, quando você quiser melhorar alguma coisa em sua vida, há apenas um lugar para olhar: dentro de você. Equando o fizer, faça-o com amor.
http://hooponopono.org/
Dr. Len me contou que nunca viu pacientes. Ele concordou em ter um escritório e revisar seus arquivos. Enquanto olhasse esses arquivos, ele trabalharia em si mesmo. Na medida em que trabalhava em si mesmo, os pacientes começaram a se curar."Depois de alguns meses, pacientes que precisavam ser algemados estavam sendo permitidos a andar livremente", ele me disse."Outros que precisavam ser pesadamente medicados, estavam sendo liberados de suas medicações. E aqueles que não tinham nenhuma chance de serem liberados, estavam sendo soltos." Eu estava pasmo. "Não apenas isso", Dr. Len continuou, "mas também a equipe começou a gostar de vir trabalhar. Absenteismo e rotatividade desapareceram. Terminamos com mais pessoal do que precisávamos porque os pacientes estavam sendo liberados e toda a equipe estava vindo trabalhar. Hoje, essa ala está fechada". Aqui foi onde eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares: "O que você estava fazendo dentro de si mesmo que motivou essas pessoas a mudar?" "Eu estava simplesmente curando a parte de mim que os havia criado", ele disse. Eu não entendi. Dr. Len explicou que responsabilidade total por sua vida significa que tudo na sua vida -simplesmente porque está na sua vida - é sua responsabilidade. Literalmente, o mundo inteiro é sua criação. "Eu sei que isso é duro de engolir", ele disse. "Ser responsável pelo que eu digo ou faço é uma coisa. Ser responsável pelo que todos em minha vida dizem ou fazem é bem outra. No entanto, a verdade é esta: se você assume responsabilidade total por sua vida, então tudo o que você vê, ouve, prova,toca, ou qualquer outra experiência é sua responsabilidade porque está em sua vida. Isto significa que atividade terrorista, o presidente, a economia - ou qualquer coisa que você experiencia e não gosta - depende de você para ser curada. Nada disso existe, numa forma de dizer, exceto como projeções de dentro de você. O problema não está com eles, está com você e, para muda-los, você tem que mudar a si mesmo".
Esta idéia é difícil de ser entendida, simplesmente aceita ou realmente vivida. Culpar é de longe mais fácil do que responsabilidade total. Mas, enquanto falava com o Dr. Len, comecei a perceber que cura e ho 'oponopono significam amar a si mesmo. "Se você quer melhorar sua vida", ele me disse,"precisa curar sua vida. Se você quer curar alguém - mesmo um criminoso mentalmente doente - você faz isso curando a si mesmo". Então eu perguntei ao Dr. Len como ele curou a si mesmo. O que ele estava fazendo exatamente enquanto examinava os arquivos daqueles pacientes? "Eu apenas repetia, 'me desculpe' e 'eu amo você' muitas e muitas vezes" ele explicou. "Só isso?" "Só isso."Demonstra-se que amar a si mesmo é a melhor maneira de melhorar a si mesmo e, à medida em que você melhora, você melhora o mundo. Deixe-me dar um rápido exemplo de como isso funciona. Um dia alguém me enviou um e-mail que me chateou. No passado, eu teria lidado com isso trabalhando com meus quentes botões emocionais ou tentando racionalizar com a pessoa que mandou a mensagem desagradável. Dessa vez, decidi tentar o método do Dr. Len. Repeti silenciosamente "me desculpe" e "eu te amo". Não contei sobre isso a ninguém em particular. Simplesmente invoquei o espírito do amor para curar dentro de mim o que estava criando a circunstância externa. Dentro de uma hora recebi outro e-mail da mesma pessoa. Pedia desculpas pela mensagem anterior. Note que eu não tomei nenhuma atitude externa para receber esse pedido de desculpas. Nem mesmo escrevi de volta. No entanto, dizendo "me desculpe" e "eu te amo" eu de alguma forma curei em mim o que estava criando sua atitude. Tempos depois participei de um workshop de ho 'oponopono conduzido pelo Dr. Len. Ele agora tem 70 anos e é considerado um xamã avô, e está de alguma forma em reclusão.
Ele prefaciou meu livro "Fator de Atração" e me contou que, à medida em que eu melhorar, as vibrações do meu livro vão subir e todos vão sentir quando o lerem. E, na medida em que eu melhorar, meus leitores vão melhorar. "O que acontece com os livros que já foram vendidos e estão lá fora?", perguntei. "Eles não estão lá fora", ele explicou, mais uma vez assoprando em minha mente sua sabedoria metafísica. "Eles ainda estão em você". Na prática, não existe lá fora. Precisaria um livro inteiro para explicar isso com a profundidade que merece. Suficiente é dizer que, quando você quiser melhorar alguma coisa em sua vida, há apenas um lugar para olhar: dentro de você. Equando o fizer, faça-o com amor.
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